No estádio de Raqqa onde o Daesh torturou e executou centenas de pessoas, crianças correm agora atrás de uma bola. Algumas saíram há meses de Al-Hol, o campo onde se amontoaram as famílias dos jiadistas. Outras são filhas dos curdos, árabes e cristãos que durante anos temeram ser assassinados pelos vizinhos. Um ano após a queda de Bashar Assad, é nesse gesto aparentemente banal – jogar futebol com o inimigo de outrora – que a Síria ensaia a paz